Laboratório de Cidadania Digital é inaugurado no Câmpus Florianópolis

Autoridades descerram a placa inaugural em ato simbólico
Parceiros e autoridades descerram a placa inaugural

O IFSC inaugurou nesta quinta-feira (23/4), o Laboratório de Cidadania Digital, no Câmpus Florianópolis, com foco em pesquisa, formação e ações de prevenção sobre os riscos do ambiente on-line. A estrutura nasce com atuação voltada a estudantes, professores, famílias e redes de ensino, em parceria com instituições públicas e de pesquisa.

O coordenador do projeto e do Laboratório, professor André Dala Possa, explicou que o espaço foi pensado para integrar pesquisa e extensão em torno do uso responsável das tecnologias. “Nós atuamos com estudantes, pesquisadores de diversos cursos, áreas do conhecimento, portanto, ele é multidisciplinar e oferecemos formação continuada para professores, principalmente, adolescentes e pais de família.”, completa.

Segundo ele, a proposta inclui microformações sobre temas como cyberbullying, segurança de dados, gerenciamento de senhas e uso adequado de dispositivos por crianças e adolescentes. “Então, o laboratório pesquisa, estuda estratégias e oferece microformações para as famílias catarinenses, os estudantes, principalmente do ensino médio e os professores compreenderem melhor como se dá de forma saudável o convívio diário com as tecnologias digitais.”, complementa.

Parcerias e pesquisas

André também destacou que o laboratório reúne diferentes frentes de financiamento e cooperação institucional. “Então, o Laboratório de Cidadania Digital aqui em Santa Catarina tem parceria com a Receita Federal, através do programa Receita Cidadã. Também temos fomento em pesquisa da FAPESC, um edital universal. Temos um edital de extensão com o Ministério da Justiça e Segurança Pública e também recebemos uma emenda parlamentar da deputada federal Daniela Reiner”, conclui.

Para o diretor-geral do Câmpus Florianópolis, Rogério Versage, sediar a iniciativa amplia o alcance social da instituição e reforça a relação com a comunidade. “Para o Câmpus Florianópolis ter um laboratório desse aqui ajuda a gente em diversas dimensões. No impacto que o próprio laboratório tem na sociedade, para o estado todo, para tantos estudantes e jovens.”, disse. Ele acrescentou que a presença do laboratório também fortalece a formação dos próprios alunos do câmpus. “Também para os nossos próprios estudantes, onde eles têm a oportunidade de se desenvolver na sua formação, para contribuir com a sociedade, sensibilizando para essas questões tão importantes.”, finaliza.

Educação e prevenção

A diretora executiva do IFSC, Ana Paula Kuczmynda da Silveira, afirmou que o laboratório está alinhado à missão institucional da rede federal. “Em primeiro lugar, a gente tem uma afinidade muito grande com a ideia do laboratório, sobretudo quando nós pensamos o cumprimento da missão institucional e o papel que nós temos, dentro da instituição, mas também como parceiros externos, no combate a todos os tipos de violência”, explica. Ela destacou ainda que muitas dessas violências se manifestam no ambiente digital e é papel da escola estar atenta a isso.

Representando a Secretaria de Estado da Educação, a pedagoga Elizete Soares Geraldi avaliou a iniciativa como estratégica para o enfrentamento das violências digitais nas escolas. “A Secretaria de Estado de Educação, por meio do Núcleo de Atenção às Violências na Escola, vê com muita esperança, muitos bons olhos essa iniciativa do laboratório digital. Temos certeza que vai contribuir muito, nos ajudando a esse combate com ideias, com apoio, com incentivo, tanto para os nossos profissionais de educação, quanto para os nossos estudantes.”, finaliza.

Por: Jornalismo IFSC.

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