Levantamento participativo está levantando informações com moradores e trabalhadores da Grande Florianópolis durante todo o mês de novembro sobre mobilidade após a inauguração do Contorno Viário. Questionário leva de 8 a 10 minutos e pode ser respondido on-line.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC – Câmpus Florianópolis) deu início hoje a etapa de coleta de dados do projeto de Ensino, Pesquisa e Extensão “Contorno Viário da BR-101/SC: avaliação dos impactos na qualidade de vida na Grande Florianópolis”. A iniciativa está sob coordenação dos professores André Dala Possa e Márcia Eunice Lobo e tem a participação de estudantes dos cursos de Engenharia Civil, Eletrônica, Mecatrônica e Elétrica. O objetivo é ouvir a comunidade sobre as mudanças percebidas após a entrega do Contorno Viário — como tempo de deslocamento, fluidez do trânsito, segurança viária e acesso a serviços.
Como participar
Quem pode responder: pessoas a partir de 18 anos que moram ou trabalham na Região Metropolitana da Grande Florianópolis.
A pesquisa é acadêmica e integra projeto de curricularização da extensão no ensino superior. Portanto, segue os princípios éticos e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As respostas são anônimas, tratadas apenas de forma agregada, não há exposição de dados individualizados em nenhuma hipótese. Os dados ficam armazenados em ambiente seguro do IFSC, sob guarda dos professores responsáveis, e os campos de contato são opcionais, usados somente para devolutiva dos resultados à comunidade que desejar conhecer o relatório específico dessa etapa da pesquisa em primeira mão no final do ano. As informações obtidas por meio do projeto também serão divulgadas à governança e comunidade, com indicação das próximas ações pensando principalmente mobilidade urbana, infraestrutura viária e qualidade de vida.
Três analistas tributários da Alfândega da Receita Federal do Brasil visitaram o câmpus Florianópolis do IFSC na manhã da segunda-feira, 21 de julho. O objetivo da reunião foi discutir as diretrizes de um programa de Ensino, Pesquisa e Extensão que some esforços institucionais para a promoção da cidadania. Os analistas tributários Maria Cristina Gallotti, Nilo de March e Cristine Reinbrecht foram recebidos pelo professor André Dala Possa, articulador de projetos envolvendo estratégias de cidadania digital, empreendedorismo e inovação.
“Buscamos a Receita Federal porque já tivemos parcerias sólidas no passado e infelizmente pós-pandemia algumas ações ficaram de lado. Hoje, recomeçamos o planejamento de atividades em cooperação para beneficiar nossa comunidade no ensino, na pesquisa e na extensão,” disse André Dala Possa.
Após conhecerem de perto o trabalho do Programa de Cidadania Digital do IFSC, os visitantes foram apresentados ao diretor-geral do Câmpus, prof. Zízimo Moreira Filho, e a alguns projetos do espaço coworking – como a equipe de robótica e o barco solar.
O que vem por aí?
Inspirados pela experiência de São Paulo, IFSC e Alfândega da RFB em Florianópolis pretendem lançar no segundo semestre um hackathon – competição orientada na qual equipes buscam soluções para problemas reais, que devem impactar positivamente a sociedade.
Outra iniciativa discutida na reunião é a oferta de cursos de Formação Fiscal para a comunidade IFSC, com envolvimento direto de estudantes na facilitação e escala de turmas para o público em geral. O edital de chamamento para equipes interessadas no hackathon será publicado no início do próximo semestre letivo e embora ainda não estejam definidos os desafios já é possível informar que as equipes vencedoras receberão prêmios doados pela própria Receita Federal. Mais informações em breve.
O Fórum Participativo de Extensão das Engenharias do IFSC – Câmpus Florianópolis iniciou sua primeira edição com casa cheia e debates potentes sobre o papel da engenharia na construção de cidades mais inteligentes, inclusivas e sustentáveis. Com o tema “Cidades Inteligentes e Futuros Possíveis”, o evento articula práticas acadêmicas, saberes comunitários e políticas públicas, abrindo espaço para que estudantes, professores, lideranças da governança, especialistas e sociedade civil dialoguem sobre os desafios e caminhos possíveis para a transformação urbana.
O encontro integra a curricularização da extensão por meio da unidade curricular “Engenharia, Sociedade e Cidadania”, que destina 50% da carga horária exclusivamente para atividades extensionistas. Como destacou a professora Márcia Lobo, os estudantes assumem protagonismo na proposição de projetos e na organização do evento, colocando em prática os conhecimentos adquiridos ao longo do semestre e estabelecendo conexões reais com as demandas do território. “Essa é uma unidade que permite trabalhar temas que atravessam todas as engenharias. Aqui temos estudantes da civil e da elétrica, mas os temas estão presentes em todas”, enfatizou. Para ela, a experiência extensionista reforça o papel social da engenharia, conectando teoria, prática e comunidade de forma estruturante.
“A ciência está desenvolvendo soluções a partir das turmas, a governança busca alternativas, mas como a comunidade recebe isso? Essa escuta é estratégica dentro da unidade curricular. É assim que se constrói uma engenharia que responda aos desafios contemporâneos, da mobilidade à transição energética”. professor Dala Possa ressaltou que o Fórum busca integrar diferentes perspectivas.
a programação trouxe a mesa temática “Mobilidade Urbana Inteligente: conectando pessoas e oportunidades”, com especialistas do poder público, da UFSC e do LabTrans, que abordaram desde a gestão de dados para tomada de decisão até experiências de transporte público mais eficiente. Também foram apresentados pitches de projetos extensionistas voltados à segurança no comércio, acessibilidade no campo, prevenção de incêndios e ensino de eletricidade, demonstrando a diversidade e aplicabilidade das soluções desenvolvidas pelos estudantes.
Energia limpa em rede
A programação continua nesta sexta-feira, 18 de julho, com a mesa “Energia limpa em rede: transição, inovação e protagonismo regional”, que contará com a presença de especialistas da Celesc, do LabEEE/UFSC e docentes do IFSC. Em seguida, haverá nova rodada de apresentações de projetos, abordando temas como geração de energia com pastilhas piezoelétricas, plataformas de denúncia comunitária, inovação em energia solar e sustentabilidade aplicada. A transmissão ao vivo estará disponível no canal do YouTube do IFSC Florianópolis.
O Fórum consolida-se como uma iniciativa estratégica para fomentar o protagonismo estudantil, a interdisciplinaridade e o compromisso social das engenharias. Ao estimular o contato direto com agentes produtivos, promover a escuta da comunidade e impulsionar redes de inovação colaborativa, o evento reforça o papel da educação pública como agente de transformação e construção de futuros possíveis.
Hoje teve início a execução do projeto de extensão Entrepontos, do Bacharelado em Design, em parceria com a Rede PAEFI/Prefeitura Municipal de Florianópolis
São ofertadas 15 vagas. Além da acolhida às participantes, o profissional maquiador Marcelo Augusto de empresa parceira do comércio local realizou uma oficina de autocuidado & maquiagem. Entre pincéis, cores e sorrisos, as mulheres iniciaram uma rede de apoio à superação de vulnerabilidades, redescobrindo o poder de se olhar com carinho. Os estudantes extensionistas comemoraram o primeiro encontro:
Este é só o início! Até o final do semestre ocorrerão mais três encontros focados em Vocação & expressão, Saúde & família, Caminhos profissionais e Certificação.
“O cuidado externo foi nosso pretexto para nutrir a autoestima e abrir caminhos para autonomia profissional, que será explorada nas próximas oficinas”, disse a estudante da segunda fase de Design, Lavinya Carrazoni Fagundes.
Desde o início do semestre a turma está dialogando com serviços públicos para constituir a rede autônoma de apoio às mulheres. Participam diretamente do projeto de extensão: o Sistema Único de Assistência Social (SUAS – CRAS e CREAS); o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial); o CREMV (Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência); o (NAVIT) Núcleo de Acolhimento às Vítimas de Crimes (MPSC); e a UniCesusc, por meio do projeto Maré.
O professor André Dala Possa, da área de ciência da comunicação, assumiu a coordenação do projeto de extensão que busca criar a primeira incubadora tecnológica do IFSC-Florianópolis, a Incubintech. O convite surgiu da gestão local quando da aposentadoria do então coordenador, professor Antonio Augusto Morini.
“Estávamos trabalhando nos documentos norteadores e já lançamos uma primeira chamada de captação de ideias de novos negócios, que infelizmente não teve inscritos. Agora, com a entrada do professor André pretendemos continuar os processos e qualificar principalmente a captação de potenciais ideias que podem gerar inovação para Santa Catarina,” disse a bolsista e estudante de engenharia eletrônica, Letícia Rocha Pimentel de Souza.
André disse que dedicará os primeiros meses de coordenação do projeto para revisar a documentação e articular parcerias para dar mais suporte aos potenciais incubados. “A documentação da incubadora é o primeiro desafio que identifiquei, precisamos regularizar a situação do espaço físico, dar natureza jurídica coerente à Incubintech e ampliar as parcerias para que de fato consigamos conectar as ideias internas ao ecossistema de inovação de Santa Catarina, um dos mais fortes do Brasil.”
Novas chamadas no radar
O novo coordenador da Incubintech disse ainda que a prática recorrente nas incubadoras é a manutenção de editais de fluxo contínuo, o que dá agilidade ao trabalho. No momento, não existem chamadas disponíveis. Em setembro de 2025 deverá ser lançada uma nova chamada para que os interessados – internos ao IFSC ou externo – submetam propostas de novos negócios para o mercado de ciência e tecnologia.
Evento que aconteceu em setembro, no Reino Unido, premiou projeto de alunos da Escola de Engenharia de São Carlos da USP na categoria de drone autônomo, que navega sem o auxílio de GPS, utilizando sensores e inteligência artificial
Um drone projetado por estudantes de graduação de diversos cursos da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e integrantes do Grupo Semear – Soluções em Engenharia Mecatrônica e Aplicação em Robótica – foi destaque durante a International Micro Air Vehicles Conference and Competition (Imav), a maior competição e conferência internacional na área de drones e veículos aéreos não tripulados. O evento aconteceu entre os dias 16 e 20 de setembro, na Universidade de Bristol, no Reino Unido. O projeto recebeu o prêmio de drone mais autônomo da competição e ficou em 3º lugar na categoria indoor.
“Na área de sensoriamento, se destaca a odometria visual, que consiste no uso de câmeras em conjunto com algoritmos de visão computacional para mapear o ambiente ao redor do veículo, para que o equipamento seja capaz de se orientar durante suas atividades autônomas”, explica Vitor Garcia Ribeiro, estudante de Engenharia Mecatrônica na EESC e diretor do Núcleo de Robótica Aérea do Grupo Semear.
Para o estudante, o sistema funcionou como o previsto, e a Harpia conseguiu percorrer e identificar pistas visuais de diferentes animais num circuito, como era proposto no desafio. “O equipamento respondeu muito bem, superou nossas melhores expectativas e conseguimos com ele não só alcançar a terceira colocação na categoria, como também lhe conferir, com muito orgulho, o prêmio de ‘Drone mais autônomo da competição’”, celebra Ribeiro.
Neste ano, a competição teve como tema a preservação ambiental, desafiando os participantes a aplicarem as tecnologias de veículos aéreos não tripulados (Vants) para monitoramento e proteção da biodiversidade. O drone destacado desenvolvido pela equipe brasileira, que participou pela primeira vez da competição, chama-se Harpia. Ele foi projetado para navegar de forma autônoma em ambientes fechados e sem o auxílio de GPS, utilizando sensores e inteligência artificial.
Atenção internacional
O grupo também levou para a Imav o drone Carcará, projetado com o objetivo principal de realizar voos outdoors de mapeamento. “O equipamento foi feito com alumínio e fibra de carbono em sua estrutura, possui câmeras potentes e dois GPS para a navegação, além de outras tecnologias embarcadas, que lhe permite mapear áreas de preservação e identificar animais com o uso de inteligência artificial”, explica Ribeiro.
O Carcará concorreu na categoria outdoor da competição e alcançou o 6º lugar. “Foi outro motivo de muita alegria e de recompensa pelo esforço, dedicação e aprendizado ao longo dos últimos 12 meses”, destaca o estudante da EESC.
Os projetos dos drones apresentados no evento foram desenvolvidos sob a liderança de Marcelo Becker, professor no Departamento de Engenharia Mecânica da EESC, líder do Grupo de Robótica Móvel do SEM-EESC-USP e coordenador e membro do Conselho Diretor do Centro de Robótica de São Carlos (CRob-SC). Os projetos também tiveram apoio do Grupo Semear, do professor Glauco Caurin e também da Latam Airlines.
Futuro
Com os bons resultados obtidos na competição, o grupo acredita ter atraído atenção internacional aos projetos de robótica desenvolvidos na universidade. “Conseguimos trazer reconhecimento da engenharia brasileira e, principalmente, da excelência da nossa Escola. Esperamos que com essa iniciativa possamos evoluir ainda mais a área de robótica e drones no campus, e possibilitar a participação de outros eventos como esse, bem como ampliar o contato com profissionais e equipes de todo o mundo, o que é bastante enriquecedor”, ressalta Ribeiro.
O grupo de estudantes agora avalia como próximo passo realizar uma ampla documentação de tudo que foi aplicado na competição. Além disso, eles passam a focar completamente na Competição Brasileira de Robótica (CBR), que acontece em novembro.
“Esperamos que nosso desempenho reflita aquilo que alcançamos em contexto internacional. Será mais uma oportunidade de sermos expostos a desafios de engenharia reais, em escala ou não, e que nos preparam para o mercado de trabalho”, conclui o estudante.
Levantamento mostra que o Brasil ainda não atingiu a meta de acesso e que a desigualdade entre crianças ricas e pobres aumentou nos últimos anos
“Love is the quiet strength that lifts us in our weakest moments, the gentle warmth that melts fear, and the unspoken language that connects souls. It’s not about perfection but about growing, healing, and embracing life’s imperfections together, with hearts wide open and boundless hope.”
O atual PNE (Plano Nacional de Educação) tem vigência até o fim de 2025. Enquanto se iniciam os trâmites para a criação de um novo documento, o Brasil ainda vive um cenário de atrasos em relação às metas atuais, especialmente no que diz respeito à educação infantil. Apesar dos avanços no acesso à creche e à pré-escola, o país não atingiu os compromissos firmados em 2014.
O estudo “Panorama do Acesso à Educação Infantil no Brasil”, lançado recentemente pela organização Todos pela Educação, com base em dados da Pnad-C (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua) e do Censo Escolar, revelou que a porcentagem de crianças de 0 a 3 anos nas creches foi de 41,2% em 2024, quase 9% abaixo da meta de 50%.
Pré-escola
Na pré-escola, o Brasil quase alcançou a universalização entre crianças de 4 a 5 anos, com um percentual de 94,6%. A meta do atual PNE era de que 100% das crianças nessa faixa etária tivessem acesso à escola desde 2016.
Apesar das defasagens, o país conta com uma série de ações e legislações voltadas para a infância. “O Brasil tem um histórico de ser bom formulador de políticas públicas, que são excelentes no papel, mas que, infelizmente, não se concretizam na prática. Por isso, o acompanhamento e o engajamento ativo na implementação dessas políticas são essenciais”, afirmou Marina Arilha Silva, coordenadora de programas da Fundação Van Leer.
Jarbas Oliveira/PorvirAtividades no Centro de Educação Infantil Jornalista Ivonete Maia, em Fortaleza (CE)
Gestão democrática: foco na governança interfederativa e na articulação territorial para coordenação e execução das ações previstas.
Identidade e formação profissional: valorização e qualificação dos profissionais da educação infantil por meio de programas de formação inicial e continuada.
Proposta pedagógica: promoção de práticas pedagógicas baseadas nas diretrizes curriculares nacionais e disseminação de boas práticas educacionais.
Avaliação da educação infantil: implementação de estratégias de monitoramento e avaliação da qualidade e equidade da oferta da educação infantil.
Infraestrutura, edificações e materiais: realização de diagnósticos e apoio para melhorias nas condições físicas e pedagógicas das instituições de educação infantil.
Em conjunto com a política, foi lançado um documento com parâmetros para alcançar a equidade e melhorar a qualidade da educação infantil nas dimensões citadas. Marina ressalta que esse novo compromisso estabelecido pelo governo contribui para o cumprimento das metas do PNE.
“O Conaquei oferece uma estratégia bem articulada entre o governo federal, estados e municípios, para apoiar tecnicamente os entes a avançarem na universalização da pré-escola e na ampliação do acesso às creches, que são duas metas centrais da política nacional de educação. Além disso, ao ter como base marcos regulatórios atualizados, como os parâmetros de qualidade e equidade e as diretrizes operacionais nacionais, ele contribui para transformar em prática muitos dos princípios da política nacional”, afirma.
Profissionais de Educação Infantil
Entre as ações previstas no Conaquei, há objetivos voltados para o fortalecimento da formação docente. O artigo 22 prevê a organização de ações para a melhoria contínua da formação desses educadores, além de promover melhores condições de trabalho, reconhecimento e valorização da identidade profissional.
“Atualmente, municípios e estados promovem formações continuadas sem parâmetros nacionais para isso. O compromisso visa corrigir essa lacuna”, afirma Beatriz Abuchaim, gerente de políticas públicas da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. Para ela, políticas como o Conaquei estão alinhadas com o PNE, tanto o vigente quanto o texto que atualmente está sendo construído.
Em tramitação no Congresso Nacional, o novo texto propõe a criação de 18 objetivos organizados em oito temas centrais: educação infantil, alfabetização, ensino fundamental e ensino médio, educação integral, diversidade e inclusão, educação profissional e tecnológica, educação superior e estrutura e funcionamento da educação básica. Esses dezoito objetivos se desdobram em 58 metas e 252 estratégias, que incluem políticas, programas e ações prioritárias.
O levantamento da Todos pela Educação também revelou um aumento na desigualdade entre famílias de alta e baixa renda. Em 2016, a diferença de acesso entre os 20% mais ricos e mais pobres era de 22 pontos percentuais, e em 2024 essa diferença subiu para 29,4 pontos percentuais.
“Existe uma desigualdade no acesso para crianças em situação de maior vulnerabilidade, provenientes de famílias de baixa renda, em comparação com as crianças com melhores condições socioeconômicas. Isso é muito claro quando olhamos os dados tanto em relação à pré-escola quanto às creches”, diz a especialista.
Além do acesso, ela também enfatiza a importância de observar a qualidade, um dos pontos centrais do novo compromisso desenvolvido pelo MEC. “O maior investimento e visibilidade precisam ser dados à qualidade do que está sendo feito. Precisamos destacar que a implementação de um bom currículo, a formação inicial e continuada dos professores, e a infraestrutura adequada são fatores cruciais para garantir uma boa qualidade para as escolas de educação infantil”, afirmou.
Em comunicado à imprensa, Manoela Miranda, gerente de políticas educacionais da Todos pela Educação, destacou que a dificuldade no acesso à educação infantil compromete o direito dessa parcela da população à educação. “Sem a adoção de políticas estruturantes para a expansão com qualidade e equidade, o Brasil continuará privando uma parcela significativa de suas crianças do direito à educação infantil e, consequentemente, ao pleno desenvolvimento nos primeiros anos de vida. Garantir o direito à educação infantil de qualidade, com atenção à redução das desigualdades, é indispensável”, disse.
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